Hoje estava eu derretendo nas andando por umas ruas perto da Villa Borghese suadamente calmamente. Chego no cruzamento de uma rua. Olho pra um lado, olho pro outro, olho de novo pro lado, olho de novo pro outro (pedestre esperto em Roma vale por um pedestre vivo). Ok, nenhum comboio de carros guiados por motoristas desesperados, nenhuma enxurrada de motocicletas, nenhuma turba de turistas ensandecidos.
Antes de dar o primeiro passo, quem vejo do outro lado da esquina, se preparando para atravessar a rua, em sentido contrario?
Adrien Brody!
Cara, na hora eu tive uma crise de riso. Tipo, era ele, O cara, ali, na minha frente (e eu rindo na cara dele, lindo pra a minha cara). Era O pianista desesperado de fome que me levou às lagrimas ao colocar de lado uma lata de pessegos em calda para tocar para um nazista (O Pianista). Era O bobo da Vila que me causou dò e òdio (A Vila). Era o gala do filme que talvez sò eu nao achei um mico (King Kong). Era O…bem, eu so vi esses tres mesmo.
Mas enfim, era ele, O cara!
Claro que passei batido e nem virei o rosto. Carmem Mayrink Veiga recomenda nao importunar celebridades. Nem que ele esteja pisando sem querer no seu pè. Nem que ele tenha uma barata cascuda no cabelo.
O bom foi saber que Adrien Brody, que pode usar um Oscar como “segurador de porta” e um Cèsar como “peso de papel”, tava mais mal vestido que eu.
Tipo, gente como a gente.

Fala sério, O cara tava na sua frente e você só riu dele?! heheh Ah, porque não um pequena importunada, só uma vez na vida. Uma foto de longe talvez? hehehe
Eu falaria. Nada de tietagem, foto, autógrafo e coisa e tal, mas elogiaria o trabalho dele.
Assista ‘Darjeeling Limited’. Ducarai. Antes que eu esqueça, alguém precisa repetir até ficar no inconsciente coletivo: Berlusconi de novo? A Itália sim, definitivamente não é um país sério. Putaqueupariu…
Muito cool!
Gostou né da minha técnica de riscar a palavra
=)
Ahhhh…
Pelo comentário no meu blog em coma, achei que tinha sido minha sósia…
Ah, aqui no Rio eu vejo essas celebs todas
=)
Beijos
eu pulava no pescoço dele e inventava uma história tipo estão me perseguindo, tô com uma crise de abstinência, descobri o sentido da vida, e não largava o osso (literalmente
)))))